Rafael faz salgados para sustentar a casa e foi humilhado após atrasar uma entrega. Vamos ajudá-lo!

[Genteeeee! Batemos a primeira meta! <3 muito obrigado!]

Agora vamos concentrar nossos esforços em conseguir uma casinha pra família, que até hoje vive de aluguel. VAMOOO!

O Rafael Marciano, 32 anos, trabalha como pintor, mas por conta da pandemia, está sem serviços. Foi então que usou os seus dotes culinários e passou a encomendar salgados e doces.

“Comecei há uma semana. Pago aluguel e como estou sem serviço, começaram a apertar as coisas”, disse.

Mas esse pai de três crianças passou na última noite (23) por uma triste situação: foi humilhado por um homem que não aceitou o atraso de sua encomenda e fez ele voltar para casa com os 54 salgados em Marília (SP).

Rafael não tem uma mão, o que faz com que a produção dos salgados não seja tão rápida como a pessoa exigiu. Segundo ele, a pessoa ligou as 9h pedindo tudo pronto as 11h.

“Liguei para explicar a situação, disse que entregaria às 13h, mas ele não quis me ouvir e começou a me xingar muito. Disse que não sou profissional, que ele estava querendo me ajudar, mas que eu era muito folgado”.

Para não perder os salgados, no mesmo dia, ele saiu de casa e distribuiu para os moradores de rua do seu bairro

“Eu sempre gosto de fazer pães e salgados e entregar para as pessoas em situação de rua”.

Rafael vivia com sua esposa e seus três filhos em Monte Carmelo, cidade mineira do Alto Paranaíba.

“Fiquei em Minas por 12 anos, mas precisei voltar para Marília há dois meses. Vim sem nada. Vendi toda a minha mudança, viemos só com a roupa do corpo e o carro. A casa ainda está sem móveis, mas vamos nos ajeitando com o tempo”.

A vaquinha é para ajudá-lo no sustento de casa e até mesmo para a compra dos móveis.

Para contribuir, clique acima em "Contribua" e faça a sua doação em boleto, cartão de crédito ou Paypal.

Rafael é pintor profissional, mas a pandemia mudou esse cenário.

A venda dos salgados começou a ser divulgada pelo Facebook. “Coloquei fotos, meu celular e as pessoas começaram a fazer pedidos. Vendo cada salgado por R$ 2, e já tinha algumas encomendas. Eu, minha esposa e meus filhos ajudam na produção”, relata.

Além das dificuldades por conta da pandemia, Rafael também começou a sentir dores e teve um infarto recentemente. “Fiquei internado um bom tempo. O médico disse que precisava parar de vez com a pintura, pois requer muito esforço”.

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O valor mínimo da doação na plataforma é R$25,00 por conta das taxas bancárias.

Se você quiser, pode combinar com os amigos e dividir o valor entre vocês, que tal?

A equipe da VOAA apura todas as vaquinhas publicadas na plataforma. Acompanhamos as histórias antes, durante e após finalizar as campanhas em nossas redes sociais.

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Parte I: Rafael conversa com a gente sobre toda a repercurssão de sua história.

Parte II: em vídeo emocionante, o padeiro agradece por todo apoio que recebeu após ser humilhado. Assita ao vídeo clicando aqui.

Parte III: com o valor arrecadado em nossa vaquinha, Rafa  comprou um carro adaptado para entregas, comprou uma casa para alugar e está investindo em seu negócio. Clique aqui e veja tudo!