Vaquinha para travesti Cibelly, vítima de transfobia

No Carnaval desse ano, a travesti Cibely Pâmela, de 29 anos, foi brutalmente agredida por sete homens em Belo Horizonte (MG).

A violência dos transfóbicos foi tamanha que Cibelly ficou sem uma parte do crânio e sem voz. [Recentemente, a família fez novos exames na Cibely e foi identificado que a coluna não foi lesionada e que ela pode sim, com muita fisioterapia, voltar a andar!]

Os agressores a insultaram chamando-a de “traveco”, e falavam “vira homem”. Ninguém a ajudou, ela tentou se defender às agressões gratuitas sozinha.

Cibelly passou quatro meses internada e fez cirurgia para afundamento de crânio e traqueostomia.

Após ter ficado entre a vida e a morte, Cibelly ontem (16/06) voltou para sua residência, em Belém do Pará, onde à partir de agora ficará sob os cuidados da família.

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Família é simples e passa dificuldades para custear tratamento

Hoje, o pai da Cibelly, Douglas de Souza, e a prima Adriely de Sousa estão cuidando dela que agora precisa passar por tratamentos e cuidados diários importantes.

Mas os custos para o tratamento serão muito altos, ela precisará de fraudas, medicamentos, aparelhos, alimentações, fisioterapeuta, fonoaudiólogo e todo acompanhamento médico.

Como profissional do sexo, Cibely também não tinha uma renda fixa, garantias constitucionais para continuar se mantendo diante desta covardia.

Criminosos impunes

O crime continua impune, as autoridades não deram continuidade às investigações.

Fundador do Movimento Lute como Ele, o ativista e escritor Robherio Limma criou um abaixo assinado para que a justiça por meio dos poderes e das autoridades seja feita e os criminosos sejam punidos!

Para assinar virtualmente, basta clicar aqui.

Prestação de contas

A história da Cibelly chegou até nós pelo próprio Robherio que está acompanhando tudo de perto e liderando a ação.

Ele conta que há alguns anos sofreu o mesmo crime!

“Vinte e quatro anos atrás, fui eu que estava sendo amarrado, amordaçado e sendo violentado e a principal razão era a homofobia. Esse ano foi a Cibelly, mas amanhã pode ser outros milhares de pessoas LGBTTQIA”.

Todos os desfechos e dia a dia da Cibelly podem ser acompanhados em seu Instagram @movimentolutecomoele ou Facebook.  

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A equipe da VOAA apura todas as vaquinhas publicadas na plataforma. Acompanhamos as histórias antes, durante e após finalizar as campanhas em nossas redes sociais.

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Parte I: com o valor arrecadado, a família de Cibely já está contratando profissionais para cuidar de sua recuperação. Veja o post clicando aqui.

Parte II: Recebemos um vídeo lindo da família mostrando a jovem se levantando da cadeira de rodas sozinha, já conseguindo espiar o movimento da rua. Nossos corações foram preenchidos por esperança! Clique aqui e confira a matéria do momento.