Vaquinha para Jamile que fez salgados para vender e foi humilhada por mulher que disse “ter nojo da casa dela com animais"



A jovem Jamile Aparecida de Paiva, 29 anos, mora em São Paulo (SP) numa pequena casa alugada com sua filha de 14 anos e com alguns animais resgatados por ela. Para ter uma renda nessa pandemia, ela decidiu fazer salgados. Mas, na primeira encomenda, ela sofreu uma dura humilhação por mulher que não aceitou os salgados e disse "ter nojo da casa dela com animais".

Desempregada há 2 anos, os salgados tinha sido feitos com um dinheiro que conseguiu emprestado para a compra dos ingredientes. Após o gesto cruel da mulher, ela entregou os salgados para moradores de rua e decidiu desistir do novo negócio.

“Disse que não tomaria um copo de água na minha casa por causa dos animais”, desabafou a jovem.

A vaquinha é para ajudá-la no sustento de casa até que essa pandemia passe e que ela consiga um emprego. Seu sonho é ter um emprego.

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Jovem não consegue emprego e sofre de depressão


Jamile também enfrenta sérios problemas de saúde com obesidade e depressão.

Ele tem aguardado pelo SUS sua cirurgia de bariátrica, mas ainda não teve previsão.

“Sofro preconceito por conta da obesidade, e isso afeta muito minha autoestima e as seleções de emprego. Quero trabalhar, sustentar minha filha e meus animais”. 

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O valor mínimo da doação na plataforma é de R$25,00 por conta das taxas bancárias.

Se você quiser, pode combinar com os amigos e dividir o valor entre vocês, que tal?

A equipe da VOAA apura todas as vaquinhas publicadas na plataforma. Acompanhamos as histórias antes, durante e após finalizar as campanhas em nossas redes sociais.

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