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Após perder o irmão para o tráfico, Valmir ensina jiu-jitsu para salvar crianças e precisa de apoio para continuar projeto

História

R$ 40.450,84
35%
R$ 115.000,00 META
30DIAS RESTANTES

O “Apenas Um Filho'' precisa de seu apoio! Conheça a campanha, colabore e junte-se a nós!

Essa é a história de um homem que transformou a dor em projeto de vida: salvar outros jovens e crianças do mundo do crime. Depois de enterrar o irmão que tinha envolvimento com drogas e foi brutalmente assassinado, o atleta Valmir Silva, 39 anos, criou há 8 anos o projeto “Apenas Um Filho” no Capão Redondo, periferia de SP.  Através do projeto, alunos que eram criminosos, entraram para a faculdade, construíram famílias e realizaram sonhos! ❤️

Mas Valmir precisa do nosso apoio para continuar atendendo a comunidade e até mais crianças e jovens. O projeto que atualmente atende gratuitamente 300 crianças e jovens, precisa de recursos financeiros para continuar e tem um sonho: ter a sua própria sede.

Hoje, Valmir paga R$ 1.700 de aluguel do espaço, fora os gastos com água, luz, itens de higiene (como papel higiênico, sabonetes). Ele conta com doações para conseguir pagar todos esses custos. Além disso, cada kimono custa de R$ 130 a R$ 200 reais. É muita coisa, não é mesmo?!

Além do esporte, em parceria com outras ONG’s, Valmir faz entrega de cestas básicas e presta atendimento a 200 famílias do Capão Redondo e comunidades na região com cabeleireiro, barbeiro, dentista, auxílio médico e advogados. 

Ele, que é campeão brasileiro de jiu-jitsu e três vezes campeão mundial, lidera o projeto que além do jiu-jitsu também conta com aulas de MMA, Muay Thai, Ioga. Antes da pandemia também oferecia cursos profissionalizantes e de alfabetização, mas, por ser em sala fechada e terem pouco espaço, esses cursos foram suspensos. Todos os professores são voluntários.

#Meta 1: R$ 115 mil

Com esse valor, o projeto conseguirá comprar kimonos, sacos de pancadas, além dos custos mensais com o aluguel do espaço, água, luz, itens de higiene e cestas básicas às 200 famílias.

#Meta 2: R$ 230 mil

Batendo a meta 1 de R$ 115 mil, queremos chegar a meta 2, totalizando R$ 230 mil. Com esse valor, além dos custos acima citados, Valmir conseguirá dar entrada para comprar a sua própria sede, sem correr o risco de perderem o espaço e o projeto parar.

#História de vida sofrida

Valmir tem uma história de vida muito sofrida. Dos 9 aos 12 anos de idade, morou nas ruas, após sua mãe se casar com outro homem e ele ser expulso de casa. “Meu pai foi um grande criminoso da década de 80. Minha mãe fugiu para eu não ter o mesmo caminho. Mas aos 9 anos, quando ela conheceu outra pessoa, não pude ir junto”.

Aos doze anos, ele foi morar com uma madrinha. Mas, era bem complicado, pois ela já tinha 10 crianças com ela e não tinha como cuidar de mais um. Ela então, pediu ajuda a Dona Dalva, uma senhora empresária do bairro, que o adotou. Valmir foi morar com ela e teve tudo, quarto, estudo e alimentação.

“Quando tinha 16 anos o cara jogou minha mãe na rua, já com o segundo filho e vi minha mãe passando do outro lado pedindo as coisas, doações, com os meus irmãos do lado. Aquilo mexeu demais comigo e conversei com dona Dalva, dizendo que queria voltar a morar com minha mãe, para ajudar ela”. E foi o que aconteceu.

Começou a ajudar sua mãe e também seus irmãos. Pediu ao primeiro padrasto que aceitasse sua mãe novamente, que estava passando por dificuldades, ele aceitou. Morou bem pouco tempo com eles. Aos 18 já tinha sua independência, trabalhava e foi morar sozinho.

#Amor à primeira vista pelo jiu-jitsu

Valmir conheceu o Jiu-jitsu aos 18 anos, por convite de um amigo, que o chamou para fazer uma aula e conhecer o esporte. Se apaixonou e começou a se dedicar a isso. Com seis meses de treino já estava entre os três primeiros esportistas de São Paulo. Se aprofundou tanto, que passado um tempo, se tornou professor.

Seu irmão mais novo,  Luís Fernando, se envolveu com drogas cedo. E, há 8 anos, foi brutalmente assassinado pelo tráfico. Aquilo mexeu demais com Valmir e ele decidiu que precisava fazer algo pelos jovens, pelas crianças da comunidade.

Duas semanas depois da morte do irmão, Valmir saiu da academia onde dava aula de jiu- jitsu e foi se dedicar ao projeto Apenas um Filho, para tirar crianças, jovens e adultos das ruas.

#Renda extra como tatuador

Para se manter, Valmir que é casado e tem dois filhos, um enteado e um biológico de 10 anos que tem atraso mental, trabalha como tatuador. Intercala seu trabalho com o projeto. O trabalho paga não somente as contas de casa, mas também ajuda a manter o projeto.

“Já deixei cortar a luz do estúdio de tatuagem (que também é alugado) para pagar a conta do projeto. Eu prefiro ter as pessoas perto de mim, praticando um esporte, do que ver eles no bar ou expostos à criminalidade e ao tráfico”.

Leia a matéria completa sobre o Valmir no site Razões clicando aqui. Acompanhe também o trabalho da escola pelo @apenasumfilhobjj e @valmirsilvabjj e pelo Facebook também.​

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