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Vamos ajudar mãe que amarra filha em placa de trânsito enquanto vende pipoca

História

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“Faço isso para que ninguém a roube de mim e para impedi-la de atravessar a rua quando eu me virar. Minha filha é tudo para mim, não me perdoaria se algo acontecesse com ela” 🥺️

Danubia, 40 anos, foi morar em Brasília com seu esposo e sua filha, a Maria, de 5 anos, há pouco mais de 1 ano. Saíram de Goiânia em busca de tratamento renal para a criança que possui um dos rins paralisados devido a quantidade de cistos que possui e precisa de tratamento intensivo para que o outro não seja comprometido também.

Sem emprego, sem familiares no local e amigos, o jeito que a mãe encontrou para ter o sustento da filha foi vender pipocas no semáforo. Seu esposo tem feito bicos como ajudante de pedreiro.

Não conseguiram vaga em período integral para Maria, ela fica na escolinha somente na parte da manhã e nem todos os dias tem aula. Quando não tem, o jeito que a mãe encontra é levá-la junto com ela para o semáforo.

“Eu amarro ela num postinho, deixo a mochila perto com suco, água, bolachas, lápis, canetinhas e ela fica brincando, desenhando na parede”


A família mora em uma casa alugada onde pagam R$650, tudo que possuem lá dentro veio de doação, inclusive os colchões que ganharam recentemente, antes disso, dormiam em cima de panos, no chão. Recebem apenas R$400 de benefício.


O remédio que Maria precisa tomar não é cedido pelo SUS e custa 60 reais cada caixa que dura apenas 10 dias. 😞


Sobre o Conselho Tutelar

A conselheira tutelar Thelma Mello, da Asa Sul, informou que até o momento não houve denúncia sobre o caso, mas disse que pretende apurar.

Segundo ela, são vários os problemas que levam a essa situação. “O DF tem um déficit enorme de creches públicas e a maioria das mães de baixa renda são mães solo e não conseguem pagar a creche particular. Em muitos casos, são famílias do Entorno que chegam ao DF para conseguir dinheiro e sobreviver. As pessoas estão passando fome e os benefícios e cestas da assistência social demoram muito”, comentou.

“É assim: o estado viola o direito fundamental da criança à educação, alimentação e moradia e a família acaba violando também por desconhecimento e desespero para sobreviver”, complementou Thelma. (fonte: Metrópoles)

Pessoal, em nenhum momento queremos romantizar qualquer situação e muito menos prejudicar de qualquer forma que seja essa família, muito pelo contrário, nosso objetivo aqui é e sempre foi ajudar. Por isso a campanha de vaquinha, com o valor arrecadado queremos ajudar a família com sustento, remédios e também conseguir que a mãe pague uma escolinha particular até o final do ano(para ano que vem a Maria tem vaga no integral já), assim ela não precisará mais ir às ruas com sua mãe. 🙏

Caso alguém consiga emprego para os pais, por favor nos avisem, eles pedem muito por isso.

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