Campanha para ajudar tatuador com o tratamento da esposa

“A Dani entrou no hospital falando e andando para a cirurgia e há 10 meses que não ouço mais a voz dela conversando com as nossas filhas e me chamando. Acredito que o amor cura... por isso doarei minha vida para que ela saia dessa condição logo! Eu amo cuidar das minhas mulheres, do meu jeito ogro de ser, vou dando o que tenho e o que tenho aprendido”.

Em agosto do ano passado, durante um passeio, a esposa do tatuador Jimme França, a jovem Danielly Narew de Lima, de 24 anos, começou a se sentir mal. Sentia fraqueza e não conseguia movimentar as mãos e as pernas. O casal procurou um neurologista e foi então que  receberam a notícia que abalou a vida deles: um tumor no sistema nervoso da Dani. “Ela teve que fazer uma cirurgia de emergência para a retirada do tumor, mas ficou com sequelas”.

Hoje, completaram-se 10 meses que a Dani ficou tetraplégica. Ela respira somente com ajuda de aparelhos e não fala. Depois de muita luta, Jimme conseguiu trazer há um mês a esposa para casa em Senador Canedo, Goiás, onde adaptou o quarto para cuidar dela e desde então, ele e as filhas têm enfrentados esta situação juntos.

“Eu tento fazer as meninas entenderem que a mamãe é a mesma. Ela ficaram praticamente 10 meses longe da mãe enquanto ela estava no hospital. Mas a gente percebe que elas sentem essa carência, do colo da mãe”.

Jimme largou tudo para viver em função da mulher da vida dele. Não tem sido fácil, sozinho e sem trabalho, ele tem custos altíssimos com o tratamento da Dani, cerca de 4 mil reais mensais com medicamentos, aparelhos, fraldas, alimentação, aluguel, exames, médicos para acompanhar o caso da Dani. Sua outra necessidade é conseguir pagar profissionais, como enfermeiras, para ajudá-lo com os cuidados da esposa. Hoje, ele e a família sobrevivem de doações.

A Dani necessita urgente de pelo menos duas enfermeiras, já que seus cuidados são especiais e demandam atenção 24h por dia, para não por vida dela em risco. Com uma determinação judicial, ele conseguiu uma fisioterapeuta e fonoaudióloga. Era para a esposa receber também um serviço completo de home care, ou seja, com enfermeiras, mas não é bem assim que acontece.

"Estado me mandou uma enfermeira que vem uma vez por mês. Complicado demais pra mim. A responsabilidade dos cuidados da Dani deveria ser do Estado. Desde que ela operou, não consigo trabalhar e nem cuidar das meninas. Estamos vivendo de doações e de ajuda de familiares. Ela usa o aparelho respirador que diariamente precisa ser trocado o filtro e reposto a medicação nele, um custo diário de 90 reais só com ele", afirmou.

Juntos há 8 anos, eles vivem em Senador Canedo, Goiás e o amor deles sempre foi a força do casal. “Nossa vida sempre foi de muita luta e não temos nenhum bem. Quando a conheci, ela tinha 15 anos e a gente sempre se virou”.

Seu desejo é oferecer a esposa qualidade de vida e tratamentos adequados para a sua recuperação. Vamos ajudá-lo?

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Jimme adaptou o quarto e a casa para cuidar dela com o valor arrecadado na vaquinha. Demais né? Clique aqui e confira o post do momento.

Nota de falecimento: infelizmente a Dani passou mal e faleceu em 11 de setembro de 2020. Veja a homenagem que preparamos para essa guerreira clicando aqui.