Vaquinha que depende de venda de água e dízimo da igreja para construir casa

Uma família carente de Juiz de Fora (MG) teve que ser retirada com urgência de casa. A humilde casinha, que foi construída há 30 anos, estava prestes a cair. Nela, encontravam-se gigantes rachaduras que eram tapadas com panos de chão ou lençóis. L Nos dias chuvosos, com medo da casa desabar sobre eles, os moradores se juntavam num cantinho da casa e colocavam baldes na cabeça para se protegerem das goteiras.  A matéria com a história completa está aqui.

Situação precária que fez o pastor Bill (como é conhecido na região) e voluntários de uma igreja evangélica abraçarem a missão e saírem pelos semáforos da cidade vendendo água para conseguir construir uma nova casa para a família.

“Colocávamos uma faixa contando a história da família e isso nos deu um pouco de retorno. Usamos também os dízimos e ofertas da igreja para construir a casa”, explicou o pastor.

Porém, já faz quatro meses que os voluntários têm ido as ruas arrecadar dinheiro para a construção. Com apenas 10 mil reais, conseguiram demolir a casa e levantar algumas paredes, porém, o valor não é suficiente, e hoje, a obra está parada.

No início queríamos fazer uma reforma, para isso, levei profissionais comigo, arquiteto e engenheiro, e quando eles pisaram na casa, afirmaram que a família não poderia mais viver lá, a qualquer momento ela poderia cair. A casa estava condenada”, afirmou Bill ao Razões.

Eles ainda precisam comprar muitos materiais de construção como tijolos, cimento, areia, revestimento e muito mais, como também móveis para a casa, já que a chuva estragou tudo. Por enquanto, a família está abrigada numa casinha cedida por um parente.

Moravam na casa, Flávia, sua filha Nubia, e seus dois netos. A Flávia é viúva e recebe 300 reais pela aposentadoria por invalidez. A Nubia, mãe da crianças, trabalha em dois empregos para poder sustentar a família. Já que o pai das crianças não cumpre com suas obrigações

“A Nubia sustenta a casa com dois empregos e ainda estuda. Umas das crianças tem um diagnóstico de TDAH (Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade) e com isso mais um desafio financeiro para a família”, explicou Bill.

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