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Por serem cegos, casal de refugiados não consegue emprego e precisa de ajuda para sobreviverem no Brasil

História

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“Obrigado, nós não precisamos de cegos”. É esse retorno que o casal de refugiados da Venezuela, José Gregório, 44 anos, e Griciel Carolina, 34 anos, ouvem há 2 anos desde que vieram tentar uma vida nova em São Paulo. Graduados, talentosos e determinados, pela falta de oportunidade e muito preconceito pela deficiência visual, eles têm sobrevivido de doações.

Com o suporte do programa de acolhimento Refúgio 343, em que foram apadrinhados pelos moradores Daniel Carneiro e Luciene Lima, eles conseguiram há 9 meses um valor para cobrir o aluguel, mas esse dinheiro infelizmente acabou. Para que eles possam se manter por mais 1 ano com alimentação e aluguel, até que consigam essa chance de voltarem ao mercado de trabalho, estamos com a vaquinha aberta!

O que esse casal mais deseja é trabalhar, serem úteis! Na Venezuela, eles trabalhavam como instrutores de tecnologia e mobilidade para cegos. Carolina é graduada em turismo e se profissionalizou por meio do projeto em massagista com especialização em Quick Massage, Reflexologia Podal e Massagem Clássica.  

Mas o preconceito é tanto, que ela recebeu ofertas até para fazer massagens íntimas! José também é massagista com formação iniciada em Fisioterapia. Moram com eles a mãe da Carolina, dona Haiide, de 65 anos, que tem feito curso de pintura em panos de prato para conseguirem uma renda.

“Não queremos nos aposentar, queremos trabalhar, sermos úteis. Queremos ter a nossa independência financeira e fazer parte da sociedade”. 

Vamos dar essa força para que possam ter uma vida digna aqui no Brasil? Acompanhe o trabalho deles pelo Instagram @relax.j.g e agende um horário, todo tipo de apoio é bem-vindo!

# Querem conseguir, através do trabalho, ajudar familiares que ficaram na Venezuela

O casal chegou ao Brasil por Roraima no final de 2019. Após um ano no abrigo Refúgio 343, conseguiram alugar uma casinha em São Paulo por meio de um grupo de voluntários e seus padrinhos Luciene e Daniel.

Por falta de acesso ao tratamento, Carol teve perda total da visão na adolescência por conta de um glaucoma. José também perdeu a visão na adolescência em decorrência de uma doença chamada retinal hereditária.

“Queremos ajudar nossa família que ficou na Venezuela, mas para isso, precisamos muito trabalhar”


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