Vaquinha para construir escola do Carlos, que feita de lona foi destruída pela chuva

Conheçam essa incrível história! Desde os 11 anos de idade, Carlos André da Silva dá aulas de reforço para as crianças de uma comunidade carente do interior de Tocantins.

Sozinho, ele começou a dar aulas num espaço super improvisado com o intuito de ajudar os moradores de Miracema do Tocantins a terem acesso a uma educação melhor.

Com alguns tecidos, plásticos e madeiras que encontra no lixão, ele construiu a sua escolinha Alegria de Saber, num terreno que era da sua avó.

Foto: Reprodução/TV Anhanguera

“Tudo que as pessoas descartam serve de construção para a minha escolinha”.

Hoje, aos 21 anos de idade, seu sonho é construir uma escola que não se desmanche com a chuva. Isso mesmo. Quando chove, Carlos perde tudo que foi construído.

Para ajudá-lo na construção da escola, lançamos a sua vaquinha na VOAA.

Foto: Reprodução/TV Anhanguera

“A chuva destrói a estrutura, mas não o desejo de ensinar”

A escola é dividida em quatro salas de aulas, biblioteca, diretoria e sala de recursos.

Falta só o banheiro, mas quem precisa ir ao toalete recorre à casa da tia do jovem, ao lado da escola.

Tudo isso debaixo de uma lona! 

As carteiras são doações de amigos e voluntários e os livros e cadernos de auxílio também são frutos do lixão.

Foto: Reprodução/TV Anhanguera

“Cato também latinhas para a merenda das crianças”

Todos os finais de semana, às 8h30 “toca” o sino na escolinha Alegria do Saber. É nela que cerca de 60 crianças recebem esforço escolar e merenda com ajuda de professores mirins, também voluntários, e pais de alunos.

Para comprar a merenda das crianças, Carlos também recorre ao lixão para juntar latinhas e a sua mãe prepara a comida.

“Eu sei que se não tivesse o lanche, as crianças não viriam à escola, elas precisam comer”.

Foto: Reprodução/TV Anhanguera

Jovem é de uma família carente

O pai dele, Domingos Costa, é lavrador e trabalha vendendo buritis, fruta típica do cerrado.

"Não tenho trabalho fixo. Por mês da uns 60, 70 reais".

A renda é usada para sustentar as nove pessoas da casa.

"Fico feliz por conta que ele está tirando as crianças da rua. Tenho orgulho de ser o pai dele".

Foto: Reprodução/TV Anhanguera

Vamos construir a escolinha do Carlos André? Clique em CONTRIBUA e faça a sua contribuição.

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Lançamos a vaquinha para ajudá-lo e batemos a meta! Quando a pandemia passar, vai se iniciar a obra. Demais, né? Clique aqui e confira o post do momento.