Campanha para agricultor que busca tratamento para suas duas filhas

Seu Adauto e dona Josiane têm duas filhas, uma de 7 e outra de 13 anos de idade. Eles vivem da plantação de café no Córrego da Jacutinga, Zona Rural de Alto Jequitibá (MG).

Porém, as meninas que sofrem de miocardiopatia dilatada, uma doença no músculo do coração que impede o bombeamento de sangue para o corpo, causando arritmias e outras complicações, precisam de acompanhamento médico. 

A família toda precisou se transferir para a capital mineira, Belo Horizonte, abandonando a lavoura de café, única renda deles.

Conversando com o pai, seu Adauto explicou que se tivesse um carrinho para levar e trazer as meninas todos os dias do hospital ajudaria muito, pois assim, não ficaria ausente do campo.

Outra prioridade dele é fazer o acabamento da casa, infelizmente, com o mofo, as meninas não podem morar lá, o ambiente complicaria a saúde delas.

Para ajudá-lo nessas necessidades, lançamos a sua vaquinha na VOAA.

 

O problema de saúde das meninas

Como dissemos acima, as meninas têm miocardiopatia dilatada. Além disso, elas sofrem também de uma miopatia congênita, que provoca fraqueza nos músculos.

Larissa, a filha mais velha, de 13 anos, fez o transplante de coração e recebeu alta médica na semana passada. Segundo os médicos, a chance de sobrevida de Larissa era muito pequena.

O transplante foi complicado e a recuperação durou quase um mês no hospital, entre idas e vindas ao CTI, mas, felizmente, a menina apresentou sinais de melhora e recebeu alta médica.

Depois do transplante, ela vai ter que ficar em Belo Horizonte para se recuperar e receber acompanhamento. Ela está sem andar, por enquanto, e faz fisioterapia para recuperar o movimento das pernas.

Andressa, a filha mais nova, de 7 anos. Andressa iniciou o tratamento em setembro do ano passado. “A gente quer evitar que ela chegue no estágio do que aconteceu com a Larissa“, disse Adauto.

 

Solidariedade dos vizinhos

A família está na casa de parentes em Belo Horizonte e a previsão é que Larissa tenha que permanecer na cidade por seis meses. Com isso, seu Adauto não pode voltar para o campo para cuidar da roça e garantir o único meio de sustento da família.

A colheita do café começa em maio e, no momento, são os vizinhos que estão cuidando da lavoura. Mas, com todos os gastos do tratamento das filhas, a família depende da ajuda de familiares e amigos para seguir firme.

Vamos dar um apoio para essa família? Clique em CONTRIBUA para fazer a sua parte.

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Lançamos a vaquinha para ajudar a família. O resultado? 319 pessoas contribuíram, totalizando R$ 19.048,00 . Demais, né? Agora, Adalto vai comprar um carrinho para poder ir sempre cuidar da sua lavoura, sem ficar muito tempo longe das filhas. Clique aqui e confira o post do momento.